8 de abril de 2012

xi

começo por alinhar minhas perspectivas dos mapas corpóreos naturais ao meu próprio sentimento do que seja a dor humana. não compreendo a necessidade de pesquisar algo que não seja a infinita penetração da matéria pelo espírito. desilusão com gosto de delicadeza e movimentos equivocados. os estados vibratórios começam então por encontrar intensidade única e particular. o estado da mais completa lucidez.

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