17 de dezembro de 2010

como que me queimando ii

por baixo da sua blusa olho e vejo como que por milagre o pingente que perdi e vasculho como quem sente inveja das frestinhas efusivas que deixa acima da cintura ou das cócegas ácidas que sente e se te lembra? das aventuras tímidas dos meus punhos que ousavam como em conclusão forjar um comichão e sorrio debochadamente só para te enganar. depois se levanta e sente ódio mortal, ao procurar bilhetes no canto da parede sabendo que nunca vai achar. escondo bem.

Nenhum comentário: